Você já sentiu que seu trabalho de ilustração parecia um pouco estático? Pois bem, foi exatamente isso que Weronika Marianna sentiu antes de mergulhar de cabeça no mundo do motion. Certamente, ela percebeu que a ilustração estática não entregava toda a energia que ela queria expressar. Dessa maneira, quando ela adicionou movimento às suas artes, tudo simplesmente “bombou”.
A Magia da Imperfeição

Além disso, o estilo da Weronika foge totalmente daquela estética digital limpinha que vemos por aí. De fato, ela adora trabalhar rápido e abraça o lado “bagunçado” da criação. Nesse sentido, suas animações fluídas retratam o mundo natural em constante transformação, misturando folclore ancestral com pitadas de pintura surrealista. Inclusive, ela utiliza materiais analógicos para criar texturas que o computador dificilmente replicaria sozinho. Sobretudo, Weronika acredita que o erro e o imprevisível dão alma ao frame.
Autodidata e em Evolução

Por outro lado, a jornada técnica de Weronika é uma aula de persistência. Visto que ela aprendeu tudo sozinha, a artista admite que costuma “reinventar a roda” com frequência. Entretanto, esse processo intuitivo e emocional é o que torna o trabalho dela tão autêntico. Atualmente, ela explora o universo dos filmes analógicos e planeja abrir novos capítulos em sua carreira. Afinal, para ela, a animação é como uma jornada mágica que nos faz apreciar mais o ritmo da natureza.
O Que Aprendemos Com Ela?

Consequentemente, o trabalho de Weronika nos lembra que não precisamos de roteiros rígidos para criar algo potente. Em suma, a animação pode ser intuitiva, emocional e, acima de tudo, humana. Portanto, se você está se sentindo travado, talvez seja a hora de abraçar um pouco o caos e deixar o movimento te guiar. Inclusive, corre no perfil dela para conferir obras como “River Horse” e se inspirar!